Ter um mobiliário seguro e funcional em casa é ideal para o bom rendimento das crianças

Fernanda Andrade

Para estudar a matéria do dia ou mesmo fazer as tarefas enviadas para casa, a criança precisa ter um ambiente adequado, que faça com que seu rendimento seja sempre positivo. E, para isto, a escolha do mobiliário é fundamental.

Segundo a arquiteta Fernanda Andrade, as opções de mobiliário no mercado atual estão cada vez mais diversificadas e é preciso estar atento a tudo que envolve esse mundo para acertar na escolha de um projeto que será benéfico tanto aos pais quanto às crianças.

“Hoje existem muitas opções de móveis diferenciados para atender demandas variadas de projeto para quartos de crianças que sejam funcionais. A primeira coisa que deve ser levada em consideração é a segurança dos pequenos, em seguida a escolha de um mobiliário estimulante e divertido para que a criança possa desenvolver a sua criatividade. Os móveis devem ser compatíveis à fase da idade da criança”, explica.

Sabemos que o quartinho dos pequenos acaba se tornando o seu universo e, por conta disso, é importante que ele se sinta confortável, feliz e interessado em permanecer naquele local. “Pensar um projeto de quarto de criança é pensar em um espaço lúdico e descontraído para estimular o desenvolvimento dela.

De acordo com a fase escolar em que a criança esteja, há tipos diferenciados de mobiliário. Com móveis independentes, por exemplo, que podem ser modificados a cada fase. Uma bancada mais baixa para a primeira infância pode ser trocada por uma escrivaninha na fase da segunda infância”, revela Fernanda.

Uma questão desafiadora na criação de um ambiente infantil é aliar a estética à segurança. E um dos pontos fundamentais é tratarmos, também, da ergonomia do espaço. De acordo com Fernanda Andrade, neste ano de 2019, algumas apostas do design para o mobiliário voltado às crianças trazem essa preocupação e, também, com os custos que ela implica.

“Uma tendência para 2019 são os projetos com móveis adaptáveis. Ou seja, as mudanças no projeto são pontuais e pequenas, de acordo com a fase da criança, diminuindo custos, mas permitindo sempre um quarto atual”, revela a arquiteta.

Independente dos gostos, é fato que a opção pelo “menos é mais” vem sendo uma base a ser seguida nos quartos infantis. “Usar móveis necessários, sem excessos, privilegiando o espaço livre no quarto a desenvoltura das crianças.

É importante incluir no projeto móveis nos quais elas possam se concentrar em seus estudos e afazeres, além de terem acesso aos seus brinquedos e pertences, de maneira segura, tranquila e independente”, encerra Fernanda Andrade.

Contato:
Fernanda Andrade Arquitetura e Interiores
(31) 9 8841 8408
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